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Para ver Cristina: a Argentina e a mídia brasileira
Luiz Alberto Grijó.
XIV Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia de la Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza, 2013.
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Resumen
Em dezembro de 2011, a imprensa brasileira noticiou dois acontecimentos ocorridos na Argentina: o que chamaram de “ocupação” de edifícios de propriedade da empresa de TV a cabo Cablevisión, do Grupo Clarín, e a aprovação do projeto de lei pelo Senado argentino que alterou as regras de produção, comercialização e distribuição de papel para jornais no país, o que se relacionaria com a questão do controle da empresa monopolística Papel Prensa. Independentemente de como estes fatos poderiam ser interpretados, ambos serviram de argumento para que os principais meios de comunicação social do Brasil sublinhassem suas posições já antigas a respeito não só de como devem ser para eles mesmos as estruturas específicas de seu métier, mas também para reforçar uma certa visão que eles vem construindo a respeito do que é atualmente a Argentina e, em especial, seu governo presidido por Cristina Kirchner. A partir do que foi então publicado por duas empresas de comunicação, o grupo Folha de São Paulo, no plano nacional, e o grupo Rede Brasil Sul (RBS), no plano regional do sul do Brasil, esse trabalho busca explicitar qual é essa visão produzida e de que modo isso pode estar vinculado com a questão do lugar dos meios de comunicação na sociedade que os próprios tentam advogar para si mesmos.
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