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Sistema prisional, direitos humanos e vínculos familiares – caminhos para a sensibilização da comunidade
Camilla Marcondes Massaro - Puc-Campinas Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
XIV Jornadas de Sociología. Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, 2021.
Resumen
Atividades de extensão necessitam de um olhar atento à dinâmica e às demandas da comunidade. Quando falamos sobre o sistema prisional, abordamos um complexo de relações sociais que envolvem não só as pessoas privadas de liberdade, mas milhares de pessoas que fazem parte das famílias desses reclusos. No Brasil, temos cerca de 800 mil pessoas presas, ou seja, cerca de 800 mil famílias que não obstante a vulnerabilidade social na qual já se encontram – agravada pela pandemia – passam a enfrentar novos obstáculos e preconceitos dada a essa nova condição. Este trabalho objetiva apresentar uma experiência de extensão universitária realizada no ano de 2020 com intuito de sensibilizar a comunidade do entorno de um grande complexo penitenciário masculino localizado entre os municípios de Campinas e Hortolândia no interior do Estado de São Paulo/Brasil sobre a temática. A conjuntura de excepcionalidade pandêmica fez com que nos valêssemos das possibilidades disponíveis desenvolvendo o projeto a partir de grupos de mensagem instantânea de celular, bem como reflexões acerca da temática compartilhadas com a comunidade em forma de entrevistas à mídia, gravação de vídeos, áudios e podcasts para a Universidade e para grupos externos, participação em atividades acadêmicas, em reuniões virtuais, elaboração e publicação de artigos científicos além da produção de uma cartilha voltada à necessidade de acolhimento e respeito aos familiares de pessoas em privação de liberdade pela comunidade.
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