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Corpo e Sexualidade na Saúde Mental
Karlene Bianca.
XI Jornadas de Sociología. Facultad de Ciencias Sociales, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, 2015.
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Resumen
A presente comunicação discutirá as possíveis mudanças derivadas da reorientação do discurso sobre a loucura, advindas das reformas psiquiátricas no Brasil (Lei 10.216 de 2001). A partir do dispositivo metodológico – formulado pelo antropólogo David Le Breton – do corpo como uma pista para a pesquisa antropológica, uma “ficção cultural”, resultado da cultura e culturalmente operante a comunicação procurará pensar, no corpo, as questões da sexualidade e do desejo através das relações entre os funcionários e os usuários, como também do discurso de inclusão dos pacientes à sociedade – questões previstas na reforma psiquiátrica. Para a presente comunicação, é crucial a noção de biopolítica, desenvolvida por Michel Foucault e retomada por Le Breton. No que concerne à “indústria da loucura”, a manipulação do corpo visando o seu máximo rendimento econômico tornou-se decisiva, assim como a “colonização corpórea”, que coloca o corpo como um objeto passível de manipulação e domínio.
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