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IMPRENSA ILUSTRADA E HISTÓRIA: A VISÃO DO PASSADO NACIONAL NA ILUSTRAÇÃO BRASILEIRA (1935-1945)
Marcelo Abreu.
XIV Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia de la Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza, 2013.
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Resumen
Tornar o passado visível é uma marca da experiência histórica contemporânea. Desde o século XIX, esta preocupação liga-se à constituição das sociedades nacionais. Nesse processo, as línguas e as histórias nacionais viriam a conferir unidade a um espaço político diversificado. A escola seria um dos instrumentos fundamentais desta pedagogia do cidadão fundamentada nas representações do passado e no domínio da língua. Além da escola, outras instituições e práticas serviram ao mesmo propósito: museus, bibliotecas, arquivos - repositórios de objetos e textos que simbolizavam a história da Nação. Ao mesmo tempo, formas mais efêmeras de produzir e difundir a história foram criadas: os hinos e emblemas nacionais, os ritos fúnebres de homens ilustres, as celebrações em torno dos monumentos, os calendários cívicos. Podemos dizer ainda que a imprensa escrita também colaborava na criação da história e sua divulgação, contando esse passado e estimulando a visitação aos lugares onde ele estava inscrito. Com a imprensa ilustrada, todas as formas de celebração do passado ganhariam ainda mais força: alargavam o público da imaginação nacional. Nesse trabalho, procuramos pensar esse problema de investigação a partir de um caso: a revista Ilustração Brasileira nos anos de 1930. Durante o período do Estado Novo (1937-1945) nota-se a confluência entre o projeto editorial da revista e o projeto nacional do regime político: ambos representavam esse esforço de imaginar e tornar visível o passado nacional.
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