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Justiça e poder numa sociedade em transformação - Mariana, Minas Gerais (1745-1872)
Marco Antonio Silveira.
XIV Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia de la Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza, 2013.
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Resumen
A proposta apresentada tem por objetivo avaliar a dinâmica das práticas e das instutuições de justiça no termo da Cidade de Mariana, em Minas Gerais, num contexto caracterizado por transformações econômicas e sociais importantes. Tendo se constituído como centro decisivo da sociedade mineradora forjada nas Minas setecentistas, Mariana tendeu a assumir um caráter mais marcadamente agro-pastoril com o declínio da exploração das jazídas auríferas, acentuado a partir da década de 1760. Possuindo um termo vasto e de baixa densidade demográfica, Mariana assistiu, então, à ocupação de suas áreas de fronteira e, consequentemente, a conflitos inúmeros com os povos indígenas nelas estabelecidos. A proposta pretende, assim, analisar como as instituições de justiça e administração procuraram lidar com essa ocupação. As balizas cronológicas referem, por um lado, o ano de estabelecimento da sede de um bispado em Mariana - aspecto crucial para sua institucionalização - e, por outro, o ano em que se realizou o primeiro recenseamento no Brasil, através do qual é possível verificar a dinâmica da ocupação territorial e demográfica da região. Almeja-se, por fim, estimular o exercício de comparações entre o caso estudado e a realidade experimentada no Rio da Prata.
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