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SEGURANÇA E GUERRA FRIA: A INFLUENCIA ESTADUNIDENSE PARA O BRASIL
Grazielle Rodrigues do Nascimento.
XIV Jornadas Interescuelas/Departamentos de Historia. Departamento de Historia de la Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional de Cuyo, Mendoza, 2013.
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Resumen
Desde o período que marca a Segunda Guerra Mundial, observamos a Ilha de Fernando de Noronha configurar na história do Brasil, como um lugar geoestratégico aos planos de defesa e de segurança para o Atlântico. A ideia de segurança nacional, associada à noção de desenvolvimento brasileiro recebeu sua forma acabada com a Escola Superior de Guerra (ESG). Diante disto, a importância da Ilha de Fernando de Noronha aos planos dos Estados Unidos, para a manutenção da sua agenda de segurança, era como um estado de prontidão organizado. Parte desta afirmação é percebida quando o discurso compreendia a “todos os povos, todos os empreendimentos e todo o governo”. Esse argumento se vestia por planejamentos de segurança contra uma possível investida inimigo na Guerra Fria. A Ilha de Fernando de Noronha se encontrava em um cenário, cujo destino de vigiar, de defender e de guardar o Atlântico Sul a tomava como um dos argumentos no discurso para a defesa hemisférica nas relações com o Oceano Atlântico, constituindo-a como o ponto mais destacado das atividades militares. Os Acordos internacionais assinados sob a ótica da matéria de segurança como o TIAR (1947) e os Acordos Militares de 1952 e 1956, possibilita-nos entender que seria impossível organizar um sistema de segurança intercontinental sem ter em conta as áreas vitais para essa defesa. Assim, pretendemos debater as relações provenientes a partir dos acordos do Brasil com os Estados Unidos em cujo discurso estadunidense apelava à salvaguarda das soberanias do Continente Americano.
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